Volkswagen Santana
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Qualquer taxista sobre Santana Redondo
Na época que os ladrões só tinham fusca para roubar, até que o Santana agüentava o trabalho. ![]()
policial sobre Santana
O VW Santana representa para os brasileiros a mesma coisa que o Ford Crown Victoria para os americanos: já teve seus dias de glória, mas hoje é apenas mais uma porcaria grande e desatualizada que só serve mesmo para táxi, viatura de polícia e carro de gente velha.
O lançamento foi em 1984, quando a VW pegou o chassi do Passat (um dos melhores carros da Volks), lançado para arrasar nas pistas, alongou a carroceria em mais 30 cm e o entre-eixos em 12 cm. Chegou nas versões CS (Carro Sapatão), CG (Carro Gay) e CD (Carro Demente) e o motor de estréia foi o MD 270 (Merda Dita 270 vezes) 1.8 de 86 éguas com gasolina e 92 pangarés com álcool. Foi também a estréia do câmbio automático burro.
[editar] História do Santana
Em 1985 chega a preferida das funerárias: a Quantum nas mesmas versões de acabamento e motor do Santana e de câmbio também. Em outubro do mesmo ano chega o AP (Alta porcaria) 1.8 com 92 pangarés na versão à gasolina e 99 na versão á álcool (mas na verdade tinha 105) para não pagar tributos ao governo.
Em outubro de 1986 eles ganham nova grade dianteira e as versões viram CL(Carro lixxo), GL(Gay luxo) e GLS(Gay luxo super) e em maio de 1998 chega o AP 2000 que muita gente adora turbinar embora a versão original gere 99 éguas com gasolina (na verdade 105) e 112 éguas na versão á álcool. Um ano depois chega a versão EX e o AP 2000 ganha injeção eletrônica e com isso passa a ter 125 jegues mas na verdade 11 desses não existem. Mais uma mentira da Volkswagen. passatera
Em março de 1991 chega a segunda geração do modelo só com carroceria duas portas e dois meses depois ganha um clone (Ford Versailles) e junto a injeção monoponto é trocado pela multiponto e segundo a VW mantém os 125 jegues mas todo mundo sabe só ganhou 2 jegues em relação ao EX no motor 2.0. Em agosto de 1991 chega o quatro portas e dois meses depois ganha catalizador só para entupir e exalar mal cheiro. O AP(Alta porcaria) passa a ter 86 pangarés na versão a gasolina, 95 na versão a álcool e o 2.0 mantém as 105 éguas na versão á gasolina e 112 éguas na versão á álcool, graças ao comando vitaminado do Gol GTS e o 2000i já tinha essa bosta do catalizador.
Em março de 1992 chega a Quantum de nova geração nas mesma versões de acabamento e motor do Santana, depois de mais dois anos sem mudanças o AP 1800 ganha injeção eletrônica monoponyo e vai a 93 pangarés na versão a gasolina em outubro de 1993 na linha 1994, em outubro de 1994 na linha 1995 a carroceria duas portas do Santana dá o seu adeus e estréia o AP 1800i á álcool com 97 pangarés e o AP 2000i á álcool com 117 jegues e o AP 2000i á gasolina perde 4 jegues (indo a 112CV), em outubro de 1995 na linha 1996 as versões CLi, GLi e GLSi dão adeus, em lugar vem as básicas e a Exclusiv: São os melhores Santana produzidos com bancos feito pelas organizações tabajara e algumas peças de acabamento compartilhada com o Gol. Em outubro de 1996 na linha 1997 o AP 1800 ganha injeção multiponto indo a 100 pangarés na versão á gasolina e 103 pangarés na versão á alcóol e a versão á gasolina AP 2000mi perde um jegue passando a 111CV.
Em maio de 1998 eles passam a ter a maior mudança da sua vida: o adeus do quebra-vento, o motor 1.8 a gasolina perde 1 pangaré e o 2.0 ganha mais 3 jegues, o 2.0 á alcóol dá o seu adeus, desde 1996 ele não contava mais com câmbio automático burro, o ABS foi sempre opcional na versões Top desde 1992, em junho de 1999 a versão Exclusive dá adeus assim como o ABS opcional.
[editar] O Fim
Em outubro de 2001 a veterana Quantum não agüenta mais o tranco da concorrência nem sendo desovada a preço de Parati 1.0 em promoção, ameaçada pelas malditas minivans e a "foderosa" Marea Weekend, e dá o seu adeus.
O Santana segue sem alterações até dar adeus em 2006, quando o último funcionário de sua linha de montagem teve um infarto ao receber a notícia de que a Renault estava prestes a lançar no Brasil o Logan e ficou com medo de perder o emprego.
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