Roleta-Russa
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Na União Soviética, o revolver leva um tiro de VOCÊ!!! ![]()
Reversal Russa sobre Roleta-Russa
Só jogo com o tambor totalmente cheio. Eu sempre ganho. ![]()
Chuck Norris sobre Roleta-Russa
Quem morrer primeiro vence ! ![]()
Funéria sobre Roleta-Russa
[editar] Cuidado este é um artigo sem graça. Prossiga por sua própria conta e risco.
Simples e prática, essa brincadeirinha já ceifou milhares de vidas pelo mundo a fora. Apesar de sua metodologia variar de lugar pra lugar, a idéia básica é a mesma: pegue uma arma com uma bala, imprima um impulso rotacional ao tambor, aponte para sua cabeça e torça para não ter seus miolos estourados por um eventual tiro. Como já foi dito, é simples e prático; ou você perde e, conseqüentemente, morre, ou você continua brincando.
[editar] Origem
Na verdade, a roleta-russa não surgiu na Rússia, mas nos EUA. O nome é uma ironia dos americanos, associando a imensa bestialidade de quem pratica a brincadeira com os antigos arqui-inimigos do Tio Sam. Para os Estados Unidos, porém, em um primeiro momento, o tiro saiu pela culatra, pois muitos sulistas, ao ficarem sabendo da brincadeira, acabavam se matando por tenta-la usando armas sem tambor, como pistolas semi-automáticas, espingardas ou soco inglês. Entretanto, o nome "roleta-russa" acabou sendo útil para o Governo dos EUA no final das contas, pois os familiares de pessoas que perdiam na brincadeira acreditavam que os soviéticos haviam provocado a morte de seus parentes inventando um jogo impossível de ganhar, e cuja sentença, para quem perdesse era a morte.
Não se sabe precisamente como surgiu a roleta-russa. A explicação mais aceita é a de que a jovem mulher de um velho milionário americano, querendo encurtar seu caminho até a herança, colocou uma única bala no revólver de seu marido, na esperança de que ele atirasse em si mesmo enquanto limpava a arma, algo que ele fazia todos os dias com todo apuro e cuidado, inclusive testando a maciez do gatilho apertando-o com a arma voltada para si mesmo. Acreditando que ia testemunhar os derradeiros momentos de seu esposo, observou o velho limpar cuidadosamente o revólver e ficou boquiaberta quando ele rodou o tambor para limpar suas juntas, sem perceber a bala solitária que ali se encontrava. Como esperado, o velho apontou a arma para si mesmo e apertou o gatilho, uma, duas, cinco vezes! A jovem mulher, na quinta tentativa, suspirou de apreensão e denunciou a presença da bala. O marido brincalhão, não acreditando, testou uma última vez a arma, apontando para a cabeça de sua amada e, para seu espanto, matou-a com um tiro certeiro na testa.
O azar da mulher, que de suas cinco chances em seis de ter seu plano bem sucedido não conseguiu ter êxito em nenhuma, se espalhou pela região, e não demorou até que pessoas tivessem a idéia de testar sua sorte e descobrir se eram ou não tão azarados quanto a golpista.

