Monty Python

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Monty Python já acabou!!!

Ah, mas também já tava demodê, né gentê?

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GOD SAV€ TH€ D€SCICLOP€DIA!!!
The London Royal British Association of England, Merlim's Order First Class, Scotland Island, Ireland, Beatles Band and Walles and Gales garantem que este é um artigo 100% inglês e industrializado legitimamente da Inglaterra, casto e muito vitoriano, tendo a aprovação da Rainha Elizabeth II, da Lady Di e da Câmara dos Lordes! Se o artigo for sem graça, é apenas humor britânico. Afinal, vocês querem o quê, Monty Python?
Lembre-se: Oscar Wilde te ama... mas os argentinos, franceses e alemães te odeiam!

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Monty Python.
Yorkshire - vista aérea.
Yorkshire - vista aérea.
Sir Arthur, do Monty Python, num acesso diarréico. (clique na imagem para ampliar)
Sir Arthur, do Monty Python, num acesso diarréico. (clique na imagem para ampliar)

Na União Soviética, NI! fala VOCÊ!!
Reversal Russa sobre Knights who Say Ni
Ni!
Cavaleiros que dizem Ni sobre Monty Python
Filhos da pu**, nos plagiaram!!!!
Garotas que dizem Ni sobre Monty Python
Ni! Ni! Ni!
Nerds sobre Monty Python
Se não vestissem de mulher, eu os sagrava Sir.
Rainha Elizabeth II sobre Monty Python
Nunca vi.
Ray Charles sobre Monty Python
Também não.
Stevie Wonder sobre Monty Python
Fffimplefffmente fffenfffafffional.
Pintus Imensus sobre Brian
Fffem comentáriofff.
Lula sobre Brian
Bwlaian é um gwlande pwlofeta mesmo tendo sido cwlucificado.
Pilatos sobre Bwaian
Prefiro a GOF...
Gorba sobre Monty Python
Você quis dizer: Casseta e Planeta
Google sobre Monty Python
Romanes eunt domus (Chamam os romanos e eles vão embora)
Brian
Não aguento mais isso! Ah, não, eu disse isso! Não, eu disse isso de novo! AAAAAAAAAAH!!! SÃO 3 ISSOS!!! ISSO DENOVO!!!!
Cavaleiros que dizem Ni sobre Monty Python
Eu acho que você é gay!
Sir Galahad, o casto, sobre cada integrante do grupo, depois de o salvarem de um perigo muito perigoso no Castelo de Antraz

Monty Python ou The Pythons foram meninos de rua na cidade de Yorkshire. Descobertos por agentes de TV e empresários do meio artístico, logo ascenderam em carreira de comediantes. Isto não durou muito tempo, pois sua sede por vingança os levou a querer mais. Foram idealizadores e patrocinadores de um grande levante que culminou em várias mortes. Encontraram o Cálice Sagrado, descobriram o Sentido da Vida, e redefiniram a religião como a conhecemos na Vida de Brian. Seguiram badernando as estruturas da sociedade até que levaram um fim horroroso.

Tabela de conteúdo

[editar] Vida de Sofrimentos

Durante a pobreza absoluta, doaram litros de esperma para sobreviverem.
Durante a pobreza absoluta, doaram litros de esperma para sobreviverem.

Os pobres garotos de Monty Python faziam de tudo para sobreviver. Chegaram a vender partes do corpo, e até a utilizar os próprios cérebros em pesquisas de medicamentos radioativos.

Nesta época, submeteram-se a muitas atividades desonrosas como:

  • Dança do Acasalamento do Arenque
  • Venda de perfumes com essência de peixe
  • Aulas de auto defesa contra frutas
  • Procura incessável pelo Cálice Sagrado
  • Ter que percorrer muitas terras com cocos (possivelmente trazidos por uma andorinha)
  • Dublês de ação de Erik, o Viking
  • Sexo com Brad Pitt em troca de um personagem no filme Os Doze Macacos
  • Participações ínfimas em filmes como Um Peixe Chamado Wanda
  • Estágio obrigatório no Esquadrão Sucida da Frente Popular da Judéia
  • Estágio como camareiros de Stephen Fry e Hugh Laurie
  • Dublês de corrida de Benny Hill nas cenas em fast forward

Quando finalmente se estabeleceram sob uma lona de circo, foram descobertos por agentes de TV ingleses que os apresentaram a uma joven ninfomaníaca, que adorou a companhia dos seis sedentos mancebos. Esta jovem era ninguém menos que a Rainha Elizabeth II que abusou sexualmente de todos eles, por anos a fio.

[editar] Revolta

O famoso Castelo de Aaaaargh
O famoso Castelo de Aaaaargh

Revoltados com sua situação atual, e com sede de vingança pela morte de papai, foram eles, sim, eles os criadores e engedradores do incólume levante mineiro denominado Monty Python's Flying Circus, que culminou com a morte direta de inúmeros papagaios mortos, falecidos, que deixaram de existir, que não são mais (v. Dead Parrot Sketch (legendado).

Foram, com tanta bravura, muito influentes no mundo medieval. Conseguiram feitos inimagináveis através do Cálice Sagrado, e até hoje sente-se sua influência no meio nonsense em unidades táticas epeciais como os notórios South Park, Adult Swim, e até mesmo de rebeldes brasileiros como Didi Mocó.

O nome Monty Python foi escolhido em uma terna homenagem a Superman, considerado por eles um monte. Já o sobrenome Python muito tempo dempois foi descoberto como uma homenagem a MacGyver, mas ninguém descobriu ainda o seu significado real.


[editar] Filmes

Vários feitos lendários do grupo foram filmados, fazendo do Monty Python provavelmente o grupo de humor britânico começado com a letra M em atividade entre as décadas de 70 e 80 com maior número de documentários produzidos.

A seguir, um resumo de suas principais obras:


[editar] O Sentido da Vida

Jacques Cousteau aprendeu o sentido da vida com Monty Python. Segundo ele, "É pra lá, ó. Viu? O sentido é pra lá"
Jacques Cousteau aprendeu o sentido da vida com Monty Python. Segundo ele, "É pra lá, ó. Viu? O sentido é pra lá"

Já na maturidade dos anos vividos, o grupo todo preocupou-se com O Sentido da Vida.

Foram notórias as contribuições científicas e os avanços tecnológicos alcançados neste período. Associaram-se a Jacques Cousteau, notório explorador, que os auxiliou nos confins do Universo conhecido e desconhecido.

Um dos integrantes, Eric Idle, faz uma introdução muito produtiva (vídeo em inglês, todo rimado) ao afirmar que o Sentido da Vida tem, como filme, tudo o que necessário para poder ser adequado - do sentido da vida e do universo até garotas com peitões. Pode-se ver que conseguiram muito ao entender a mecânica do sistema solar (nesta animação de Terry Gilliam) e também


[editar] A Busca pelo Cálice Sagrado

O Rei Arthur dos Bretões começa sua jornada seguido de seu escudeiro Patsy em busca de bravos cavaleiros que desejassem juntar-se a ele na corte de Camelot. Surpreendido por um Cavaleiro Negro, Arthur se vê obrigado a lutar contra o bravo cavaleiro. Após breves arranhões de espada, que resultaram ao Cavaleiro Negro a perda de seus dois braços e pernas, Arthur pôde continuar recrutando jovens (ou não) para preencherem cadeiras vazias na Távola Redonda.

Após convocar o inteligente Sir Bedevere, o bravo Sir Lancelot, o casto Sir Galahad, e Sir Robin, o não-tão-bravo-quanto-Sir-Lancelot (além do Sir Que-não-aparece-neste-filme), o rei teve a honra de receber um chamado divino pedindo-lhe que fosse em busca do Graal, o cálice sagrado.

Aceitando a valorosa missão, Arthur e seus cavaleiros foram até um castelo próximo a Camelot, perguntar sobre o Graal. O castelo, porém, pertencia a um francês, que contratara soldados que sabiam manter longe qualquer intruso indesejado. Sua estratégia consistia em insultos inteligentes, desde "sua mãe é um hamster" até lançamentos de vacas aos invasores.

Percebendo que os franceses não os deixariam entrar no castelo, Sir Bedevere propôs a construção de um enorme coelho de madeira (aka Cavalo de Tróia, só que mais criativo e comum). Após o fracasso do coelho de madeira e do texugo de madeira, que não pôde ser construído por censura dos companheiros de Sir Bedevere, o rei propôs que se separassem em busca do Graal.

[editar] As rotas dos cavaleiros

  • Sir Robin, não-tão-bravo-quanto-Sir-Lancelot: Sir Robin e seus alegres menestréis ultrapassavam a floresta quando foram surpreendidos por um guarda de três cabeças. No entanto, o bravo Sir Robin fugiu enquanto teve tempo, agüentando por todo o caminho as canções encorajadoras de seus menestréis, que incluíam o clássico "Bravo Sir Robin picou a mula".
  • Rei Arthur e Sir Bedevere na cena 24: os dois têm a visão de um ancião que diz o caminho para o Graal. Ao cavalgarem pela floresta, eles encontrar os Cavaleiros que Dizem "Ni". E eles lhes pedem um arbusto para que passem pela floresta. Ao encontrarem o arbusto, com muito custo, eles retornam aos Cavaleiros que Dizem "Ni". Estes, porém, não são mais os Cavaleiros que Dizem "Ni" e sim os Cavaleiros que Falam "Ekki ekki ekki ekki ptang zooom boing". E eles têm uma missão para Arthur. Buscar outro arbusto e cortar a árvore mais alta da floresta com um arenque. Mas, Sir Robin os encontra e consegue fazer os Cavaleiros que até recentemente diziam "Ni" estremecerem diante do poder de suas palavras.
    Arthur e os Cavaleiros que Falam Ni
  • Sir Galahad, o casto: enfrentando uma tempestade, Sir Galahad tem a visão do Graal em um castelo próximo. Como soube ao entrar, o Castelo de Antraz era habitado por apenas 150 mulheres loiras e morenas entre 16 e 19 anos que não tinham nada para fazer a não ser se vestir, despir e fazer lingerie. Ao perguntar sobre o Graal, Sir Galahad descobre que as adoráveis ladies não o possuíam, e sim um farol em forma de Graal. Para que isso não mais se repetisse, Sir Galahad deveria punir a Lady que fez tal atrocidade amarrando-a na cama, dando palmadas e fazendo sexo oral. Para a felicidade e alívio de Sir Galahad, Sir Lancelot e Sir Robin o resgatam do perigo, fazendo com que mantesse sua castidade.
  • Sir Lancelot: Enquanto caminhava com seu escudeiro, recebe uma mensagem numa flecha escrita por um refém numa torre do Castelo do Pântano. Sem hesitar, Sir Lancelot se dirige ao tal castelo eliminando todos os convidados do casamento, incluindo a noiva, do seu caminho. Após perceber que o autor da mensagem era um filho com complexo de noviça rebelde, retorna ao encontro de Arthur e os outros cavaleiros.

[editar] Juntos de novo com a força do povo roteiro

A fim de prosseguirem sua saga, os cavaleiros precisavam encontrar o mago Tim, que os guiaria até à caverna da terrível besta-fera Caerbannog. A entrada da caverna era coberta por ossos humanos e de outros animais, colocando o medo nas calças de Sir Robin. Para passar pelo monstro monstruoso, eles precisavam da Santa Granada de Mão (apesar de parecer, não foi batizada pelo companheiro de Batman e nem aparece no jogo do Worms). A Santa Granada de Mão deveria ser utilizada seguindo à risca as instruções de uso, como retirar o pino, contar até três e lançá-la no inimigo.

"Três deverá ser o número que será contado. E o número a ser contado deve ser até três. Nem quatro, nem dois, a não ser que depois deste proceda o três. Cinco está fora." Essas são as sábias palavras do Livro de Armamentos dos monges.

Depois de conseguirem triunfar na contagem até cinco três, os cavaleiros puderam entrar na caverna de Caerbannog e decifrar os escritos deixados por José de Arimatéia em aramaico.

Após a revelação de José de Arimatéia, de que o cálice estaria no Castelo de Aaaahhh..., Arthur e seus companheiros foram até a Ponte da Morte, mas primeiro tiveram que enfrentar (fugindo) da lendária Fera Negra de Ahhh... (O irmão Mainard foi comido enquanto citava). Felizmente, a perseguição acabou depois que cartunista teve um enfarto fulminante e o perigo do desenho já não mais existia. Enfim, foram encontrar o ancião que eles viram na cena 24. Para passar pela Ponte da Morte, cada um deveria responder cinco três perguntas. Sir Lancelot triunfa, seguido de Arthur e Bedevere. Sir Robin e Galahad erraram duas perguntas infotúnias: qual a capital da Assíria (Sir Robin) e qual a sua cor favorita (Sir Galahad). Porém, Sir Lancelot é levado pela polícia local pois matou um famoso historiador ao longo de sua jornada.

Arthur e Bedevere vão então até o Castelo de Aaaaargh para conseguir o cálice sagrado. Não obstante, o castelo pertence aos franceses e sua delicadeza, impedindo-os, mais uma vez de conseguir o Graal. Arthur decide então chamar seu exército que por acaso estava por perto para invadir o castelo.

O rei Arthur conseguiria o Santo Graal, não fosse pelos policiais que o prenderam por participar no assassinato do famoso hisotiador, com a ajuda de Sir Lancelot.

E foi por esse motivo que o Graal ficou perdido. Ou não.

[editar] A vida de Brian

Pesquisas arqueológicas afirmam a existência de um "segundo" messias, Brian de Nazaré. Apesar de Brian ser o messias, ele era como todos nós. Tinha mãos, pés, braços e pernas. Quando ele nasceu ele era um bebê, que se chamava Brian. Ele foi crescendo, crescendo e se tornou um menino, chamado Brian. Algum tempo se passou, suas coisas começaram a crescer, ele começou a usar os cinco dedos, pêlos surgiram e ele agora era um adolescente, que, com certeza, não era uma garota chamada Brian. No fim, ele se tornou um homem, chamado Brian.

O tempo era 33 a.C., numa tarde de sábado, mais ou menos na hora do chá. Um tal de Jesus estava pregando em cima de um monte. Ele estava abençoando as pessoas, os queijeiros (aka todos do ramo de laticínios), os meigos, por que não os de nariz grande, e os gregos, pois eles herdarão a Terra.

Segue o vídeo em inglês: [1]

Após o sermão da montanha, Brian e sua mãe decidem passar o tempo e se divertir em um apedrejamento. Era uma atividade só para homens, todos sabiam, mas os comerciantes deram um jeito nisso, vendendo barbas postiças. Sem dúvida, um achado.

O apedrejado era de um jovem senhor local, que profanou o nome de Deus ao dizer que a comida de sua mulher estava digna de J-E-O-V-Á (Blasfêmia, apedrejem o herege!). Segue o vídeo em inglês: [2].

Brian odiava os romanos, mesmo tendo descoberto que seu pai era um. Isso o estimulou a entrar na Frente dos Povos da Judéia (aka FPJ), que não era a Frente Popular da Judéia, mas que odiava a Frente Popular dos Judeus.

Em sua primeira missão como integrante da FPJ, Brian teria que pichar os muros do palácio romano com os dizeres: "Romanos, vão embora". Em latim. Ele tinha chegado até a estudar latim num seminário, mas abandonou os estudos por causa de padres pedófilos.

Um guarda que passava por perto viu que Brian escrevia a frase erradamente e lhe deu um castigo: teria que escrever certo, por 100 vezes, para aprender. Na falta de papel, podia ser nas paredes do palácio mesmo. Consta que, depois disso, o guarda foi promovido a Comandante.

A próxima missão da FPJ era raptar a esposa de Pilatos e fazer exigências enquanto ela estava sob sua custódia. Afinal os romanos não fizeram nada para eles, além da educação, o saneamento básico, as estradas, a segurança, a ordem pública, a medicina...

Tendo isto em mente, a FPJ foi até o palácio de Pilatos executar o plano. Mas, eles acabaram se encontrando com a Frente dos Povos Unidos da Galiléia, que tinham o mesmo plano. Após uma épica luta pelo direito de raptar a esposa de Pilatos, Brian fica de pé em meio aos corpos exaustos e cheios de hematomas de seus companheiros. Porém, o incrível poder de Brian para a luta não enganou os romanos, que o prenderam e levaram para Pôncio Pilatos para que ele desse sua sentença.

O querido Pilatos sofria da Síndrome de Não Falar os Erres, uma doença mortal para seus dias como governante. Sua condição delicada fazia com que seus guardas o caçoassem pelas costas. Pilatos, vendo que perdia seu respeito com os guardas, decide chamar seu leal amigo, Pintus Imensus, esposo de Incontinentia Nadegum. Assim como Pilatos, Pintus sofria de uma grave doença, a Síndrome da Língua Presa, o que o tornava o precursor do lulanês.

Brian então, foi condenado à crucificação, junto com outros 139, o que fazia deles um grupo simpático à população local. Porém, como todo messias/político, Brian alegava inocência. O que fez com que a FPJ agisse imediatamente.

Próximo do fim, Brian vê uma luz no horizonte: era a Frente Popular dos Judeus que iria resgatá-lo. O Esquadrão Suicida era o mais requisitado para este tipo de situação de resgate. Vendo-se sem salvação, Brian decide fazer algo esperado do grande messias que era: Olhe sempre pro lado bom da vida (aka Always look on the bright side of life). Segue o vídeo em inglês: [3].

Sempre olhando o lado bom da vida

Uma mensagem de fé.


[editar] Especialidades (Vídeos)

Monty Python, lado B.
Monty Python, lado B.

Como grandes guerreiros, possuem algumas especialidades que podemos vislumbrar nestes vídeos que ficaram eternizados:

[editar] Integrantes


[editar] Links Externos

[editar] O Fim

The End! The End! That's THE END. AND NOW THE LARCH AND NOW THE LARCH


Este artigo está uma bosta porque o autor sumiu
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