Lado Azul da Força
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Lado Azul da Força
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Este artigo é 100% Macho!
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Lado Azul da Força calça 44 bico largo e vai te levar para o lado azul da força! Hallo Girls!!! Este artigo é para aquelas mocinhas que são fãs da Tammy Gretchen e Thatiana Bione, lêem Playboy, usam cueca e jogam futebol aos domingos. Cuidado!!! Se você for do Lado Azul da Força uma entendida vai fazer você relaxar e gozar |
Lado Azul da Força, é masculino há mulher que está no lado.
[editar] A chegada deste lado!
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Pobres homens. Principalmente, pobres homens americanos. Nos últimos cinqüenta anos, só os muito, mas muito seguros de si souberam como se posicionar na sociedade de uma forma que, ao mesmo tempo, expressasse masculinidade e não ferisse sentimentos a torto e a direito. Onde se enquadrar, sem extrapolar na ternura, entre qualificações como metrossexual, emo (de emotivo) boy, übersexual (um pouco mais macho, mas ainda sensível e doce)? Nesse cenário tão, com o perdão da palavra, melindroso, de tempos em tempos surgem movimentos que buscam reeditar a essência da masculinidade perdida. Em 1990, o poeta Robert Bly escreveu Iron John e virou guru de engravatados que, nos fins de semana, dando forma literal a suas ponderações, enfurnavam-se na floresta, tocando tambor e entrando em contato com seu "ele" interior. O tempo passou, David Beckham fez escola com cortes de cabelo e unhas pintadas e eis que agora, nas livrarias e na publicidade, presencia-se a reinvenção do herói despudoradamente machão, daqueles que não sabem se vestir, não penteiam o cabelo e não fazem sequer a barba, quanto mais as unhas. "As diferenças entre homens e mulheres estão sendo negadas. Quando os gêneros se confundem, o homem perde sua força", proclama Harvey C. Mansfield, professor da Universidade Harvard e autor de Manliness (Masculinidade), que chegou ao 38° lugar na lista dos mais vendidos do site Amazon.
A leitura considerada meio difícil restringe o potencial de venda do livro de Mansfield. O mesmo não acontece com The Alphabet of Manliness (O Alfabeto da Masculinidade), um texto muito menos elaborado que explica, de A a Z, como ser machão e que às vésperas do lançamento era o número 1 na lista de reservas do site. "Queremos agir como machos e não queremos ser julgados. Estamos fartos, por exemplo, da perseguição dos fiscais da moda. Não há nada de errado em um cara ter mau gosto para se vestir. Um homem malvestido é de uma honestidade tocante", brada Maddox, pseudônimo (sem sobrenome) do ex-programador de computadores George Ouzounian, que, numa entrevista, admitiu: "Eu não tenho tese nenhuma. Se houver um único fato em meu livro que possa servir de subsídio para os leitores, para mim vai ser surpresa". Outro destaque dessa lucrativa vertente literária é Tucker Max, 31 anos, autor de I Hope They Serve Beer in Hell (Espero que Sirvam Cerveja no Inferno).
No livro e em seu site, Max conta episódios de sua vida em que bebeu até cair, fez sexo com desconhecidas e deu vexame em público. Recebe centenas de e-mails por dia de homens que o elogiam e de mulheres que o convidam para sair, mesmo correndo o risco de ter foto e história publicadas no site.Nada a ver com valores como força, coragem, proteção – essa nova busca da masculinidade perdida nos Estados Unidos valoriza mesmo é soco na mesa e palito no dente.
Na propaganda da cerveja Miller Lite, dez incontestáveis machões – entre eles o ator Burt Reynolds, o campeão de luta livre Triple H e o alpinista Aron Ralston, que amputou o próprio braço depois de um acidente em uma escalada – discutem em torno de uma mesa o que chamam de "Leis de Homem". Exemplo: brinda-se com o gargalo ou o fundo da garrafa de cerveja? (Resposta: com o fundo. No gargalo, "salivas se encontram, como num beijo".) O propósito da cervejaria era ampliar o leque de consumidores da Miller Lite, cerveja menos calórica e pouco associada a paladares masculinos. Não se sabe se conseguiu, mas a série de comerciais causou furor e milhares de novas leis foram sugeridas e comentadas por internautas no site da campanha, o ManLaws.com. Repercute mais forte ainda nos instintos masculinos a propaganda da rede de fast-food Burger King em que um homem recusa a porção microscópica em um restaurante requintado, larga a namorada sozinha na mesa e marcha para a lanchonete mais próxima. Uma multidão de machões enfurecidos se une a ele, dando socos, destruindo carros, arrastando caminhão, queimando cuecas, tudo com megassanduíches nas mãos. No fim, o slogan: "Coma feito homem".
Também muito macho é o garoto-propaganda do papel-toalha Brawny, um lenhador charmoso que passa o dia dando duro na floresta e ainda mantém a casa limpa. No comercial, ele aparece fazendo a barba com faca, dando mamadeira para filhote de crocodilo e empurrando uma caminhonete ladeira acima. "Na minha opinião, o metrossexual veio, foi embora e a maioria dos homens nem entendeu o que aconteceu", analisa Michael Yeon, diretor de marketing da masculiníssima revista Maxim, que lançou uma bem-humorada campanha contra a extinção do macho, com direito a teste de masculinidade e desenho animado em que um fiscal vive no encalço de homens que andam de patins e cortam o cabelo em salão de beleza. "Queremos mostrar ao leitor que entendemos e apoiamos seu propósito de continuar sendo macho", diz Yeon. Assim será – até que a próxima chamada à sensibilidade estrague tudo outra vez.
Nota: Quem escreveu todo este texto, é apenas mais um da série "idiota querendo ser legal". Além de veado, é claro. Pois macho que é macho, fuma, bebe, é burro e está pouco se fodendo para todos estes nomes e Universidades sem importância.
Nota²: Quem escreveu a Nota de cima é mais viado ainda, pois macho é macho ou não é macho. Lindomar é macho e é inteligente. Jimmy London é macho e não bebe.
Nota³: Vão dar a bunda!!!






