Casa da Dinda

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Corredor para a senzala os alojamentos dos criados
Corredor para a senzala os alojamentos dos criados


A Casa da Dinda foi a casa da madrinha do ex-presidente Fernando Collor, Príncipe das Alagoas, e também sua residência oficial, já que o Palácio da Alvorada, a construção normalmente destinada a esse fim, foi alugada por ele para servir como salão de festas. Depois do impishma ispishme impsishma a derrubada de Collor, o local passou a servir aos mais diversos propósitos.


Tabela de conteúdo

[editar] A casa

Pequena amostra do jardim
Pequena amostra do jardim
Ocupando 2.880 m2 ao norte do Lago Sul, em Brasília, a casa era cercada por belíssimos jardins que imitavam os do Palhaço Palácio de Versalhes e fariam qualquer reizinho setecentisma corar de vergonha. No interior, metais sanitários de ouro, pias de alabastro trabalhadas a mão, lustres de cristais húngaros...

Na cozinha, uma equipe de pretos limpinhos trabalhava noite e dia produzindo os pratos mais deliciosos para a família Collor (composta por ele, sua mulher, seus dois filhos e um anão careca de óculos). Eles ainda possuíam serviçais para os serviços mais diversos, como levar o cachorro para passear, lavar o carro e fazer depósitos no banco (quando seguiam em carros fortes patrulhados pelo Exército.

 É um prazer poder ajudar, ainda mais quando não sou eu quem paga!
É um prazer poder ajudar, ainda mais quando não sou eu quem paga!
É dito que, antes da chegada dos Collor, a casa era um barraquinho com goteiras, ainda no tijolo. PC Farias, o anão de estimação da família e mágico de renome internacional (seu truque clássico era o de fazer dinheiro desaparecer dos cofres públicos e reaparecer em seu próprio bolso), fez a gentileza de dar um jeitinho no local, que não era digno o suficiente para servir de residência oficial. Assim, a família pôde viver tranqüilamente na Casa da Dinda (cujo paradeiro permanece um mistério até hoje).

[editar] Casa da Dinda d. C.

Depois que o presidente aceitou gentilmente o convite de deixar o cargo, seus sucessores preferiram morar no Palácio da Alvorada mesmo, porque não queriam associar seu nome a um picareta de tanto renome (como se isso fizesse alguma diferença). No entanto, como a Casa da Dinda passou a pertencer à Presidência, eles não iam dar o mole de deixá-la sem uso.


[editar] Itamar Franco

O simpático presidente mineiro usava a casa como garagem para os Fuscas que foram fabricados durante seu governo, já que os veículos, que tinham voltado a ser fabricados, encalharam (perdão, carro não encalha) atolaram no pátio da Volkswagen e o governo não podia deixar uma empresa genuinamente nacional sofrer um prejuízo tão grande. Assim, comprou-os todos e os guardou lá.

A casa também foi usada como local de abate ninho de amor, pois lá ele desfrutou dos encantos da modelo e atriz Lilian Ramos, que foi flagrada a seu lado durante o Carnaval no Rio de Janeiro.


[editar] Fernando Henrique Cardoso

Nos oito anos em que pôde usufruir da casa, FHC utilizou-a como depósito de livros de sua autoria, numa tentativa desesperada de fazer com que todos esquecessem o que havia escrito. Seria uma punhalada muito forte em seu próprio ego simplesmente incinerá-los, então resolveu guardar na casa o maior núero de livros que conseguiu encontrar. Por sorte, seu posicionamento de social-democrata fez com que as universidades banissem seus textos de suas obras de referência, tornando muito mais fácil encontrá-los nas livrarias.


[editar] Lula

Fiel à sua tradição de não saber de nada, só em 2006 Lula tomou conhecimento da existência da Casa da Dinda, que se tornou conhecida como a feliz mansão da República de Ribeirão Preto onde seu grande amigo e ex-Ministro de Alguma Coisa Antônio Palocci e colegas faziam festivas surubas. Desde então, o preseidente tem usado o local como residência extra-oficial, para onde vai tomar seus pilequinhos sem ser incomodado (já que, numa noite de extrema bebedeira, distribuiu cópias da chave da Granja do Torto, tradicional local para porres presidenciais).


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